Ansiedade na pandemia: entenda essa relação!

Contextos desafiadores, como o que estamos vivendo, trazem mudanças no equilíbrio emocional e na saúde mental. Por conta disso, é possível notar uma maior incidência de casos de estresse, depressão e ansiedade na pandemia.

O aumento da ansiedade é uma consequência para boa parte da população, devido a diversos fatores, como o rápido crescimento do número de casos e mortes de Covid-19, a instabilidade socioeconômica, a gestão de crise ineficaz no Brasil e a falta de perspectiva do fim de toda essa situação.

Por esse motivo, torna-se fundamental falar de ansiedade na pandemia e apresentar maneiras de controlá-la para garantir mais bem-estar e saúde mental. Acompanhe a leitura e entenda!

Quais são os principais sintomas da ansiedade na pandemia?

O primeiro passo é reconhecer como a ansiedade pode se manifestar nas pessoas. A seguir, confira alguns sintomas que muitas identificaram durante a pandemia!

Medo e preocupação em excesso

Os cuidados para evitar a contaminação pelo coronavírus precisam ser constantes. Isso causa uma maior preocupação nas pessoas e aumenta a sensação de medo de ficar doente ou de perder um ente querido. Quando esses sentimentos passam do limite, também surge uma grande mudança de comportamento e desconfortos no dia a dia provocados pela ansiedade.

Alterações nos hábitos de sono

Muitas pessoas também começaram a relatar mais dificuldade para dormir desde o início da pandemia. Essas alterações nos hábitos de sono interferem muito na disposição, no humor e na capacidade de concentração. Como consequência, tudo isso propicia o aumento do estresse e a diminuição da produtividade.

Desânimo

Como visto, a situação da pandemia no Brasil não tem previsão para se encerrar. Desse modo, surge a fadiga pandêmica, termo utilizado para se referir ao cansaço e à desmotivação nesse período, que também pode se relacionar com a ansiedade.

Palpitações

O aumento da ansiedade permite que algumas substâncias químicas produzidas pelo corpo sejam liberadas, como a adrenalina. Ela serve sobretudo para manter um indivíduo atento ao seu redor, e isso faz com que a frequência cardíaca aumente, provocando palpitações no peito.

Como manter a saúde mental durante este período?

Então, o que fazer para cuidar da saúde mental e controlar a ansiedade na pandemia? Veja algumas dicas que vêm ajudando muitas pessoas!

Terapia online

A psicoterapia é uma grande aliada no tratamento dos transtornos de ansiedade. Atualmente, para respeitar as medidas sanitárias de isolamento social, o formato online é o mais indicado para proteger tanto o paciente quanto o psicólogo.

Atividade física

A prática de exercícios físicos ajuda a manter tanto o corpo quanto a mente ativos, contribuindo no controle do estresse e da ansiedade. A atividade física libera alguns hormônios e neurotransmissores que induzem a uma maior sensação de bem-estar, aliviando diversos sintomas negativos.

Controle do consumo de informações

O acesso às notícias da pandemia estimulam o aumento da ansiedade. Por esse motivo, é aconselhável reduzir o contato com informações relacionadas e procurar a leitura de bons livros como substituição.

Boa alimentação

Ter uma alimentação equilibrada favorece diversos aspectos da saúde, incluindo a mental. Não é à toa que uma dieta mais natural e nutritiva tem grande influência na redução do estresse e da ansiedade.

Rotina de sono

Para reduzir a insônia e melhorar a qualidade do sono, é importante estabelecer uma rotina. Desligar os aparelhos eletrônicos, diminuir a luminosidade do quarto, tomar um chá calmante e ter uma cama confortável são algumas práticas indicadas. Além disso, é importante se acostumar a dormir e acordar diariamente no mesmo horário, inclusive nos finais de semana.

O aumento da ansiedade na pandemia ocorre, de fato, por diversos fatores. Contudo, com boas práticas e a ajuda de um bom profissional da Psicologia, é possível manter a saúde mental mesmo durante essa situação desafiadora.

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